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Porto Alegre, domingo, 19 de março de 2017. Atualizado às 22h22.

Jornal do Comércio

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Osni Machado

Empresários & Cia

Notícia da edição impressa de 20/03/2017. Alterada em 17/03 às 19h42min

Fecomércio-RS retira do papel a sua nova sede

No canteiro de obras trabalham 120 operários

No canteiro de obras trabalham 120 operários


CLAITON DORNELLES/JC
O futuro complexo do Sistema Fecomércio-RS começa a se tornar realidade. As fundações, que servirão de base para o prédio da nova sede administrativa da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), com nove andares (e que correspondem à primeira fase do empreendimento), estão sendo concluídas, e mais de 1.400 estacas - algumas com 1,20 metros de diâmetros - foram fixadas em uma área de 40 mil metros quadrados para receber os pré-moldados da estrutura, vindos de Curitiba (PR).
O vice-presidente da entidade, Leonardo Schreomer e também coordenador da Comissão de Obras do Complexo do Sistema Fecomércio-RS informa que no local trabalham 120 operários e foi necessário escavar até 16 metros de profundidade para fazer as fundações no terreno, de aproximadamente 20 hectares de área total, localizado na rua Fernando Ferrari, no bairro Anchieta, em Porto Alegre, às margens da freeway. Ao todo, serão 150 mil metros quadrados de área construída do novo complexo.
O coordenador diz que o projeto está sendo executado pela empresa JL, do Paraná, e a previsão contratual para o seu término é 30 de março de 2019. Na primeira fase, explica, serão construídos um centro de convivência e um estacionamento com mais ou menos 500 vagas para carros e também um bicicletário. As obras iniciaram em setembro de 2016, e o contrato foi firmado entre o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, e a empresa JL, com cerca de 40 anos de experiência de mercado.
Schreomer acrescenta que, em uma segunda etapa, serão atendidos o Sesc e o Senac, com a construção de um centro educacional e uma arena multiuso com capacidade para 10 mil pessoas, isto sem previsão de conclusão. O total do empreendimento é estimado em R$ 350 milhões, e o investimento previsto nesta primeira fase é de R$ 150 milhões. Ele lembra que haverá medidas mitigatórias em um valor aproximado a R$ 25 milhões, por conta de impacto ambiental.
Segundo o coordenador, o complexo segue as normas da certificação Aqua, para um construção sustentável, sendo que os projetos foram acompanhados desde o seu início e agora a fiscalização passa a ser no canteiro de obras. "Os caminhões não saem do local sem que sejam totalmente limpos; existe um rigoroso processo de descarte das sobras da obra e outros resíduos", explica o vice-presidente. Schreomer diz que, no momento, está em estudo a possibilidade de o complexo adotar o uso de energia solar. Ele acredita que, nos próximos dias, haverá uma definição sobre o assunto.
O coordenador comenta que o empreendimento demorou para sair do papel e agora comemora com o desenrolar das obras. "Teremos uma moderna sede, que atenderá, em termos de espaço, às necessidades da Fecomércio-RS nos próximos 50 anos, no mínimo", comenta. Schreomer destaca que a Fecomércio-RS congrega 112 entidades empresariais.
Informações adicionais no site www.fecomercio-rs.org.br.
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