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Porto Alegre, quinta-feira, 16 de março de 2017. Atualizado às 01h11.

Jornal do Comércio

JC Logística

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Mobilidade

Notícia da edição impressa de 16/03/2017. Alterada em 16/03 às 01h10min

Justiça apura irregularidades no metrô do Rio

Construção da Linha 4 do metrô carioca parou, mas o tatuzão tem um  custo de R$ 2,9 milhões por mês

Construção da Linha 4 do metrô carioca parou, mas o tatuzão tem um custo de R$ 2,9 milhões por mês


VANDERLEI ALMEIDA/AFP/JC
A 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania da Capital, do Ministério Público do Rio de Janeiro, instaurou inquérito civil na semana passada para apurar possíveis irregularidades no uso de recursos públicos nas obras da Estação Gávea, da Linha 4 do metrô. O processo foi aberto após o jornal O Globo revelar, no domingo, com exclusividade, que, mesmo fora de atividade, o tatuzão e os canteiros de obras da estação já consumiram R$ 34,2 milhões de recursos do estado, segundo cálculos feitos com base no contrato de concessão da Linha 4.
A promotoria disse que a investigação tem caráter de urgência e deu um prazo de 10 dias para que a Secretaria Estadual de Transportes preste os esclarecimentos necessários. Também oficiou a Riotrilhos, a concessionária Rio Barra e o consórcio Linha 4 Sul para que enviem documentos sobre a construção, o custo de manutenção e a paralisação da obra na Gávea.
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