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Porto Alegre, domingo, 19 de março de 2017. Atualizado às 22h22.

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Opinião

Notícia da edição impressa de 20/03/2017. Alterada em 17/03 às 19h10min

As tecnologias e o ensino personalizado

Gustavo Hoffmann
A educação é um desafio constante. Não basta apenas entrar na sala de aula, começar a apresentação do conteúdo e mensurar o nível de aprendizagem com base nos resultados da avaliação. No fim do semestre o aluno ainda saberá todo o conteúdo apresentado? Infelizmente, na maioria das vezes, a resposta é não. O processo de ensino e aprendizagem é muito mais amplo e complexo, e quando o foco do ensino não é o aluno, mas a classe, a assimilação do conhecimento fica para segundo plano. Afinal, estudantes têm ritmos, habilidades, facilidades e dificuldades diferentes. E, por isso é necessário que o ensino também seja personalizado e centralizado no aluno.
Um dos gaps da educação é a dificuldade de respeitar as individualidades em sala de aula, impondo o mesmo ritmo a todos os estudantes e cobrando resultados. As consequências disso? Notas baixas, pouca aprendizagem e evasão. Se não existe ensino sem aprendizagem, como personalizar a educação em um ambiente tão complexo, como as salas de aulas lotadas, na maioria das vezes, com mais de 60 alunos? Como personalizar a educação quando a contratação de aulas particulares é inviável financeiramente e não escalável? Afinal, seria necessário contratar centenas - ou até milhares - de professores particulares para suprir o gap de aprendizagem no Ensino Superior no Brasil. Mas a resposta para a problemática está no uso das tecnologias da informação e comunicação a favor da educação.
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