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Porto Alegre, segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017. Atualizado às 16h25.

Jornal do Comércio

Esportes

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futebol

Alterada em 13/02 às 17h30min

Compra de Maracanã deve ser feita ainda esta semana

Agência O Globo
O imbróglio envolvendo a administração do Maracanã finalmente vai chegar ao fim. Embora a Maracanã S.A. (Odebrecht e AEG) evite falar em prazos, a mudança de dono deve acontecer ainda esta semana.
No meio da semana passada, o governo do Estado aprovou a documentação das duas empresas que pretendem comprar o atual contrato. Agora, a Odebrecht, que já analisava as propostas, deve bater o martelo. A empreiteira deseja se livrar da administração do estádio antes das finais do Estadual, em abril.
Está em jogo a administração do estádio e a busca por um modelo de gestão que seja, ao mesmo tempo, menos caro para os clubes e lucrativo para as empresas que serão sócias. Com isso, uma nova licitação - essa com direito a sociedade dos times cariocas - se torna desnecessária. A Fundação Getúlio Vargas, que tinha sido contratada para fazer o estudo para uma nova concorrência, não trabalha mais com o projeto.
Os braços brasileiros das duas empresas francesas, a Lagardère e GL Events, tentam arrematar o estádio. A Lagardère já administra o Castelão. A GL Events cuida do Riocentro e da Arena Multiuso do Rio (antiga HSBC Arena, na Barra).
A GL Events promete fazer parceria com a CSM, empresa que tem a simpatia de Flamengo e Fluminense. Fontes ligadas à Maracanã S.A. garantem que, salvo uma mudança repentina, a GL deve ser a vencedora por dois motivos: suas garantias financeiras são maiores ( a empresa possui mais capital de giro) e ela aceita pagar os ajustes que precisam ser feitos pós Olimpíada do Rio.
Uma vez batido o martelo da venda, que deve acontecer por cerca de R$ 60 milhões, o governador Luiz Fernando Pezão terá que assinar a transação. Além disso, os ajustes e termos de contrato terão de ser afinados com o governo do estado.
Até o carnaval, o Maracanã terá novo dono, com um novo modelo de gestão. Os temos de aluguel e contrapartida também precisarão ser ajustados. Os atuais R$ 5,5 milhões de aluguel por ano e os R$ 954 milhões que deveria ser investido em obras não valem mais.
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