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Porto Alegre, terça-feira, 28 de fevereiro de 2017. Atualizado às 22h49.

Jornal do Comércio

Economia

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Tecnologia

Notícia da edição impressa de 01/03/2017. Alterada em 28/02 às 21h47min

Plano de IoT deve ser lançado em setembro

Segunda fase do programa definirá o tipo de frente a investir, se será software ou hardware

Segunda fase do programa definirá o tipo de frente a investir, se será software ou hardware


DIVULGAÇÃO/JC
Aguardado para ser lançado na Mobile World Congress 2017, em Barcelona, nesta semana, o Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT) teve mais um capítulo revelado pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab, na segunda-feira passada. O evento na Espanha é um dos principais do mundo da tecnologia. 
O ministério estima que, até 2025, a Internet das Coisas tem potencial para gerar até R$ 200 bilhões no País. O plano de ação deve levar até cinco anos para ser implementado após a definição. Segundo o ministro, houve confusão sobre o anúncio. O ministério chegou a informar que as diretrizes do programa e até um esboço do plano de ação seriam anunciados durante a feira, mas isso só deve ocorrer em setembro, quando fica pronto o estudo encomendado pelo governo a uma parceria entre Bndes e uma consultoria privada, a um custo de R$ 17 milhões.
"A conclusão do estudo só acontece em setembro, quando, depois de ouvirmos a comunidade e o setor, em uma série de etapas, lançamos as diretrizes e o planos de ação para ser colocado em prática", comenta Kassab, que explica que a primeira etapa - a ser concluída ainda em março - é uma miniconsulta pública sobre iniciativas em IoT no País.
A segunda fase, que define as aspirações do Brasil na empreitada, deve ser bastante definitiva para o plano, já que assume o tipo de frente a investir: software ou hardware. "Seja em Internet das Coisas, seja em 5G, vamos correr em paralelo a outros países, talvez haja, sim, um atraso, mas não ficamos para trás", comenta o ministro, que garante que o cronograma é razoável e assume que possíveis atrasos podem ocorrer.
O governo brasileiro também deve assinar um memorando para o desenvolvimento de 5G entre o Projeto 5G Brasil, formado pelo governo e empresas do setor, e a 5G Infrastructure Association, uma iniciativa europeia.

Usuários ao redor do mundo passam 1 bilhão de horas por dia no YouTube

Usuários do YouTube ao redor do mundo gastam mais de 1 bilhão de horas por dia assistindo a vídeos publicados na plataforma, número que aproxima a plataforma da audiência da televisão americana. A informação é do Wall Street Journal.
O primeiro bilhão foi atingido no final do ano passado, um crescimento de mais de 10 vezes na audiência desde 2012, quando o site começou a investir em inteligência artificial para recomendar vídeos aos usuários e criar linhas do tempo personalizadas.
Como comparação, o Facebook disse, em janeiro, que usuários da rede social gastavam 100 milhões de horas em vídeos por dia. Os assinantes da Netflix assistem a séries e filmes durante 116 milhões de horas por dia na plataforma. A audiência não significa que o YouTube dê dinheiro para o Google. A holding Alphabet não publica dados do YouTube, mas pessoas próximas da empresa dizem que a receita da plataforma de vídeos alcançou US$ 4 bilhões em 2014 e mal começou a dar lucro.
 

Em 20 anos, 90% do conteúdo em vídeo será transmitido pela internet

O presidente executivo e cofundador do serviço de streaming Netflix, Reed Hastings, afirmou que 90% do conteúdo assistido pelas pessoas daqui a 10 a 20 anos será transmitido via internet. "A internet é importante para a disseminação de conteúdo em vídeo", disse o executivo da Netflix. A afirmação, que mostra o papel central que os serviços de streaming devem ter no futuro, aconteceu durante uma entrevista do executivo no palco principal do Mobile World Congress (MWC), maior congresso de celulares do mundo, que começou nesta segunda-feira, 27, em Barcelona, na Espanha.
Para atender à demanda crescente por conteúdo em vídeo, Hastings disse que o Netflix trabalha com todas opções de vídeo. Após lançar a opção que permite baixar vídeos para assistir off-line, a empresa também disse considerar a opção de produzir vídeos em modo retrato - no qual a tela fica na vertical, como no aplicativo de vídeos efêmeros Snapchat. "Precisamos nos adaptar para todos os tipos de telas", afirmou.
Ainda sobre o futuro, Hastings disse estar animado com o avanço da inteligência artificial. Ele fez uma provocação sobre a existência de robôs em uma sociedade futura. Para ele, não é impossível que as pessoas vivam em sociedade com as máquinas. "Daqui algum tempo, teremos que produzir conteúdo de entretenimento não só para humanos, mas para inteligências artificiais", brincou o executivo.

Mais de 5 bilhões de pessoas terão celular em 2017, aponta estudo

Mais de 5 bilhões de pessoas devem ter um telefone celular em meados de 2017, segundo um estudo realizado pela associação global de operadoras (GSMA) publicado nesta segunda-feira no Congresso Mundial do Celular em Barcelona.
Em 2020, 5,7 bilhões de pessoas, três quartos da população mundial, terão um telefone celular, devido principalmente à rápida aquisição destes dispositivos por parte das populações asiáticas, começando pela Índia, que contribuirá com metade deste crescimento.
Também aumentará o número de telefones com conexão à internet móvel 3G e 4G. Atualmente, 55% dos celulares contam com estas conexões, e, em 2020, essa porcentagem chegará a 75%.
Os dispositivos com conexão 4G serão os que mais avançarão, passando de 23% (hoje) a 41% no final da década. "É a consequência do investimento das operadoras no 4G", afirma a GSMA em seu estudo, acrescentando que, "no final de 2016, havia 580 redes de 4G em 188 países, cobrindo 60% da população mundial".
A passagem do 3G ao 4G e o salto futuro para o 5G acontecem através de um maior investimento por parte das operadoras, indica o estudo, que estima em um trilhão de dólares os investimentos realizados desde 2010 nas redes em nível mundial e em 700 bilhões adicionais até 2020. Estes investimentos têm um efeito na economia mundial, afirma a GSMA, calculando em US$ 3,3 trilhões.
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