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Porto Alegre, sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017. Atualizado às 09h22.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

17/02/2017 - 10h23min. Alterada em 17/02 às 10h23min

Cobre opera em queda diante de dólar mais forte e realização de lucros

Os preços do cobre operam em queda nesta sexta-feira (17), pressionado por um dólar mais forte e realização de lucros, após preocupações de interrupções na produção levarem o metal ao maior nível em 20 meses nesta semana.
Na London Metal Exchange (LME), o contrato para três meses recuava 0,4%, a US$ 5.966 a tonelada, perto das 9h30min, horário local. Às 10h (de Brasília), cobre para março cedia 0,77%, a US$ 2,6975 por libra-peso, na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
O índice do dólar WSJ, que mede o dólar contra uma cesta de outras 16 moedas, opera em alta de 0,12%. Um dólar mais forte torna as commodities denominadas em dólares mais caras para os investidores que detêm outras moedas.
O mergulho do cobre vem em meio a um pano de fundo de preocupações de abastecimento que ajudou o metal a ganhar mais de 8% desde que o ano começou. No Chile, os trabalhadores estão em greve na mina de Escondida, a maior mina de cobre do mundo, sobre uma disputa de remuneração e benefícios com a administração. A mina é de propriedade majoritária da BHP Billiton.
No início desta semana, o sindicato disse que iria entrar em negociações com a administração, o que ajudou a superar as expectativas de que a greve poderia ser longa.
"Acho que o mercado ficou um pouco assustado quando os trabalhadores disseram que iriam negociar", disse William Adams, chefe de pesquisa da FastMarkets em Londres.
Essas negociações ainda não começaram e um tempo para elas não foi acordado, de acordo com um porta-voz da BHP. É improvável que comecem antes de segunda-feira, disse o porta-voz.
A mina de cobre Grasberg na Indonésia, de propriedade da Freeport-McMoRan, também deixou de produzir devido a um desacordo entre a empresa e o governo sobre a concessão de uma licença de exportação.
Entre outros metais negociados na LME, o alumínio recuava 1,47%, a US$ 1.876 por tonelada, o chumbo caía 0,72%, a US$ 2.281 por tonelada, o zinco perdia 0,92%, a US$ 2.839 por tonelada e o níquel tinha baixa de 0,72%, a US$ 10.965 por tonelada. O estanho subia 0,99%, a US$ 19.820 por tonelada.
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