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Porto Alegre, domingo, 12 de fevereiro de 2017. Atualizado às 21h38.

Jornal do Comércio

Economia

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Contas Públicas

Notícia da edição impressa de 13/02/2017. Alterada em 12/02 às 20h44min

Militares respondem por um terço do rombo das previdências estaduais

No Rio Grande do Sul, benefícios a militares têm déficit de R$ 2,385 bi

No Rio Grande do Sul, benefícios a militares têm déficit de R$ 2,385 bi


FREDY VIEIRA/JC
A crise na segurança pública, escancarada na semana passada com a paralisação dos policiais militares no Espírito Santo, que ameaçava se espalhar para outros estados, adicionou um novo obstáculo para a reforma da Previdência. Segundo levantamento feito em alguns estados, os militares são responsáveis por cerca de um terço do rombo das previdências estaduais, mas ficaram de fora da reforma proposta pelo governo. A ideia era enviar um projeto com novas regras para a aposentadoria dos militares até o fim de março, mas fontes do governo admitem que essa possibilidade está cada vez mais distante.
"O momento não é oportuno para entrar nessa discussão, porque o Congresso já vai estar bastante tensionado por conta da reforma da Previdência e da reforma trabalhista. É hora de avançar na reforma previdenciária geral", avalia o cientista político Murillo de Aragão, presidente da Arko Advice. Para ele, a previdência dos policiais, inclusive civis e federais, que estão dentro do projeto de reforma da Previdência, precisa ser discutida de forma separada por conta do risco da profissão.
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