Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017. Atualizado às 21h35.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR
Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 17/02/2017. Alterada em 16/02 às 22h34min

Reforma sem consenso

A reforma trabalhista, em discussão na comissão especial, gera mais paixões que um debate no Congresso. Os deputados se dividem em duas linhas: alguns a veem como uma panacéia para os males do País. Outros a veem como um resumo do apocalipse. As manifestações dos parlamentares mostram a atmosfera de clássico de futebol do assunto. Mas há um consenso entre deputados e senadores: reformar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é urgente e necessário. O problema se encontra no que vai ser modificado. A reforma trabalhista se encontra no começo da tramitação e precisa ser aprovada pelas duas casas legislativas. Muito provavelmente o projeto de lei será aprovado, mas com modificações e muito lentamente.
Ciclo virtuoso
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia