Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 28 de fevereiro de 2017. Atualizado às 21h38.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

COMENTAR | CORRIGIR

Entrevista

Notícia da edição impressa de 01/03/2017. Alterada em 28/02 às 20h57min

Brasileiros não estão obrigados à repatriação

FB CAPITAL/DIVULGAÇÃO/JC
No dia 15 de fevereiro, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) nº 6.568 de 2016, que reabre em 2017 o prazo para regularização de ativos que foram enviados ilegalmente por brasileiros ao exterior, conhecida por repatriação, dando a possibilidade ao cidadão aderir ao programa e regularizar os bens mantidos fora e não declarados. Entretanto, muitas dúvidas ainda atormentam o contribuinte. Primeiramente, o nome "repatriação", amplamente divulgado, já está equivocado. O brasileiro não precisa trazer de volta para o Brasil o recurso regularizado.
Para esclarecer as principais dúvidas, a assessoria de câmbio FB Capital, responsável por concretizar diversas operações deste tipo e ter outras em andamento, listou os 10 maiores questionamentos. "Apesar de outros países já terem feito com sucesso este processo, como a Itália, por exemplo, por aqui o assunto ainda é recente", explica o diretor de câmbio da FB Capital, Fernando Bergallo.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia