Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 09 de janeiro de 2017. Atualizado às 21h41.

Jornal do Comércio

Opinião

CORRIGIR

Artigo

Notícia da edição impressa de 10/01/2017. Alterada em 09/01 às 22h41min

Rumo ao monopólio do terrorismo

Candido Mendes
A nossa pós-modernidade, tão acelerada, deixa-nos diante da invocação de um possível monopólio do terrorismo. Vivemos, já, esse ineditismo - crescido após a queda das Torres - da quebra de todo reconhecimento da igualdade básica da dita e proclamada "humanidade", resultando no crescendo da Al-Qaeda e na expansão do Isis.
Acumulando-se os atentados, de logo, vem a pergunta de se se trata, sempre, do mesmo grupo extremista ou se já se multiplicam os protestos de diferentes grupos, buscando o seu recado. Deparamos há pouco com o massacre de Berlim, seguido da abordagem e morte de seu responsável, em uma operação de rotina dos carabinieri em uma estação de trem próxima a Milão. As hesitações sobre o propósito do acusado suscitam, também, a emergência de verdadeiras estirpes de terroristas na perquirição, agora, em todo o Oriente Médio, dos antagonismos, se ligado à radicalidade do protesto sufi ou sunita. E levanta-se, na CIA, a possível busca de códigos de identificação dos pretendidos autores das catástrofes.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia