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Porto Alegre, quarta-feira, 04 de janeiro de 2017. Atualizado às 22h30.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 05/01/2017. Alterada em 04/01 às 23h30min

Prefeito, dê valor e prestigie a Smam

José Maria Rodrigues de Vilhena
Apoiei a candidatura de Nelson Marchezan Júnior (PSDB) à prefeitura, votei nele, sinto-me, portanto, confortável, para analisar sua administração. O primeiro ato do prefeito empossado, reduzir o número de secretarias, havia sido anunciado na campanha e foi corretíssimo. Existia, na anterior administração, uma plêiade de secretarias ineficientes e desnecessárias, funcionando como fardos na correta operação da gestão municipal. O caminho não poderia ser outro: extingui-las ou agrupá-las no mesmo fim.
Desejo, entretanto, ater-me à determinação tomada com referência a Smam (Secretaria de Meio Ambiente de Porto Alegre). Preocupa-me que se tenha pensado em substituí-la por uma estrutura administrava definida como Secretaria da Sustentabilidade. É atitude temerária. A começar pela definição do termo sustentabilidade, pouco claro à população e mesmo a corpos técnicos. Significa o quê? Agilizar investimentos? Atender demandas pontuais? Facilitar decisões de governo? É complexo o assunto para que tal vernáculo possa representar uma secretaria municipal. Se pensarmos ecologicamente, que é a forma esperada de uma urbe existir, então a Smam não pode ser diminuída nas suas prerrogativas, pois dela é a responsabilidade da análise criteriosa para harmonizar o ambiente natural e o construído. Equilíbrio entre as necessidades humanas e a natureza. Daí, vem significativamente, o bem estar mental dos habitantes da cidade. Eis o real tesouro de um núcleo urbano, impossível de ser contabilizado nas planilhas de economia. Neste sentido, a Smam merece destaque: é o melhor órgão público deste tema entre as capitais brasileiras. Afirmo, e não me equivoco: Porto Alegre é a capital ecológica do Brasil, deve isto aos ecologistas abnegados, à população e à Smam.
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