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Porto Alegre, terça-feira, 03 de janeiro de 2017. Atualizado às 21h33.

Jornal do Comércio

Opinião

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Editorial

Notícia da edição impressa de 04/01/2017. Alterada em 03/01 às 22h34min

A bomba-relógio dos presídios e a segurança pública

A maior matança em presídios desde o massacre do Carandiru, em São Paulo, volta a chamar a atenção para um tema decisivo a quem quiser buscar uma solução ao problema da segurança pública no País: a situação dos presídios.
Uma briga entre facções criminosas rivais na maior prisão do Amazonas resultou em 56 mortos entre domingo e segunda-feira depois de uma rebelião. O motim que causou a tragédia em Manaus durou 17 horas, com cenas de barbárie, como vítimas decapitadas. Em 1992, no Carandiru, uma ação policial deixou 111 mortos.
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