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Porto Alegre, segunda-feira, 30 de janeiro de 2017. Atualizado às 21h45.

Jornal do Comércio

Internacional

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Estados Unidos

Notícia da edição impressa de 31/01/2017. Alterada em 30/01 às 19h28min

Trump culpa Delta por caos aéreo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em seu Twitter ontem que "apenas 109 pessoas" foram detidas e interrogadas nos aeroportos do país. Segundo o republicano, o caos gerado no fim de semana ocorreu devido a falhas nos computadores da Delta Airlines e a manifestantes. Ele também culpou o senador do Partido Democrata Chuck Schumer e disse que "tudo está indo bem, com pouquíssimos problemas".
A Delta Airlines registrou problemas em seus computadores na noite de domingo, o que causou atrasos e cancelamentos de voos. Ontem, a empresa informou que cerca de 80 voos devem ser cancelados e que o número poderá subir.
"Apenas 109 pessoas de 325 mil foram presas e interrogadas. Os grandes problemas nos aeroportos foram causados por falhas nos computadores da Delta Air Lines, pelos manifestantes e pelas lágrimas do senador Schumer. O secretário Kelly disse que tudo está indo bem, com pouquíssimos problemas. Vamos fazer a América segura de novo!", escreveu Trump, no Twitter.
O magnata também escreveu que "não há nada de agradável" sobre procurar terroristas antes de eles entrarem nos Estados Unidos. "Isso foi uma parte importante da minha campanha. Estude o mundo!", disse, na rede social.
Na sexta-feira, Trump lançou uma ordem executiva que proibiu a entrada nos EUA de cidadãos de sete países de maioria muçulmana - Iraque, Iêmen, Irã, Síria, Líbia, Somália e Sudão -, o que gerou caos e protestos nos aeroportos em todo o país no domingo.
Além das 109 pessoas que estavam em trânsito e foram proibidas de entrar no país, outras 173 que tinham os Estados Unidos como destino não puderam embarcar no exterior. Críticos, no entanto, relataram confusão generalizada, com um número incerto de passageiros sendo mantidos em um limbo legal.

Contra decreto, Parlamento do Iraque aprova barrar norte-americanos

O Parlamento do Iraque aprovou ontem uma medida exigindo que o governo aplique uma "medida de reciprocidade" contra os Estados Unidos, barrando a entrada de norte-americanos no país. A iniciativa do governo de Donald Trump gerou protestos nos EUA e recebeu críticas de líderes internacionais.
Ainda não está claro se o gesto do Parlamento iraquiano terá efeito prático. Dois legisladores disseram à agência de notícias Associated Press que a medida é vinculante, mas o primeiro-ministro, Haider al-Abadi, não se pronunciou sobre o assunto.
Segundo membros do governo, o chanceler Ibrahim al-Jaafari pretende se reunir com o embaixador norte-americano em Bagdá para expressar descontentamento sobre as restrições de viagem. Em comunicado, a chancelaria iraquiana pediu que os Estados Unidos "reconsiderem a decisão equivocada" de vetar a entrada de cidadãos do país.
"Afirmamos o desejo do Iraque de fortalecer a parceria estratégica entre ambas as nações", diz a nota. Aproximadamente 5 mil militares dos EUA participam de missões no Iraque no combate à facção terrorista Estado Islâmico.
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