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Porto Alegre, quarta-feira, 11 de janeiro de 2017. Atualizado às 19h25.

Jornal do Comércio

Geral

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tecnologia

Alterada em 11/01 às 20h27min

Facebook promete advogar pelo bom jornalismo e se aproxima de empresas da mídia

Zuckerberb reconhece que o site carrega alguma responsabilidade sobre como sua tecnologia é usada pelos 1,8 bilhão de usuários mensais

Zuckerberb reconhece que o site carrega alguma responsabilidade sobre como sua tecnologia é usada pelos 1,8 bilhão de usuários mensais


JUSTIN SULLIVAN/AFP/JC
O Facebook disse nesta quarta-feira que advogaria pelo que determina ser bom jornalismo e que estreitaria os laços com as organizações de notícias, em um sinal de que está assumindo um papel mais ativo em lidar com o conteúdo compartilhado na rede social.
A empresa definiu novas diretrizes, nesta quarta-feira, que incluem investimentos em pesquisa e projetos que promovam a "alfabetização" de notícias, aumentando os recentes esforços para erradicar a desinformação no site. Algumas das organizações de notícias com as quais o Facebook vai trabalhar incluem o Washington Post, a Fox News e o BuzzFeed.
O objetivo do "Projeto de Jornalismo do Facebook" é dar aos usuários a "informação que você pode confiar", disse Fidji Simo, diretor de produto da rede social. "Nós nos importamos a partir do ponto de vista de que as pessoas querem ser informadas", completou.
Por muito tempo o Facebook relutou em definir a si mesmo como uma empresa da mídia. Em vez disso, a empresa se autointitula uma plataforma de tecnologia neutra. O diretor-executivo, Mark Zuckerberg, disse que estava com receio de a rede social estaria se tornando um "árbitro da verdade". Simo endossou esse sentimento, dizendo que o objetivo do Facebook não era dizer o que as pessoas devem e não devem ler.
Ainda assim, nos últimos dois meses, Zuckerberb reconheceu que o Facebook carrega alguma responsabilidade sobre como sua tecnologia é usada pelos 1,8 bilhão de usuários mensais. Cerca de 44% dos americanos leem pelo menos algumas notícias no Facebook, de acordo com uma pesquisa conduzida no ano passado pela Pew Research.
As mudanças vêm na esteira de críticas de que o feed de notícias do Facebook apresenta notícias verdadeiras e falsas da mesma forma, prejudicando o discurso público durante a campanha presidencial dos Estrados Unidos. Em dezembro, o Facebook afirmou que tentaria frear o compartilhamento de notícias falsas através de parcerias com organizações que apuram notícias e ajustar seus algoritmos.
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