Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 11 de janeiro de 2017. Atualizado às 18h45.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

trânsito

11/01/2017 - 14h48min. Alterada em 11/01 às 19h48min

Número de processos para suspender ou cassar motoristas sobe 67% no RS em 2016

O órgão quer reduzir a acidentalidade e combater a impunidade no trânsito

O órgão quer reduzir a acidentalidade e combater a impunidade no trânsito


MARCO QUINTANA/JC
O Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS) abriu mais de 100 mil processos para suspender ou cassar o direito de dirigir de condutores infratores no último ano. O total em 2016 cresceu 67%, para 100.194 - de 38.084 processos em 2014 e 59.908 em 2015.
Os PSDDP (Processos de Suspensão do Direito de Dirigir por Pontuação) e os PSDDI (Processos de Suspensão do Direito de Dirigir por Infrações) evoluíram de 32.172 processos instaurados em 2014 para 53.578 em 2015, e em 2016, atingiu a cifra de 90.982. O objetivo do órgão é, segundo nota, reduzir a acidentalidade e combater a impunidade no trânsito.
Considerando apenas a cassação da CNH, que retira a carteira do condutor por pelo menos dois anos, os números seguem a tendência - em 2015, foram abertos 6,3 mil processos de cassação, e em 2016, 9,2 mil. O condutor é cassado quando já estava suspenso e é flagrado dirigindo quando é condenado judicialmente por delito de trânsito ou ainda quando é reincidente no prazo de doze meses nas infrações específicas para tal.
Embora não seja possível traçar uma relação direta de causa e efeito, o Detran-RS afirma que a maior fiscalização e punições mais efetivas contribuíram à redução da acidentalidade no período.
Em 2016, os acidentes com pelo menos um óbito foram reduzidos, seguindo uma tendência que já se desenhava desde 2014. Naquele ano, aconteceram 1.825 acidentes que resultaram em 2.026 mortes. Em 2015, foram 1.531 acidentes que causaram 1.735 óbitos, representando redução de 16,1% nos acidentes fatais e 14,4% nas mortes. Até o final de novembro do ano passado, aconteceram 1.511 acidentes fatais e 1.673 óbitos.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia