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Porto Alegre, segunda-feira, 09 de janeiro de 2017. Atualizado às 09h22.

Jornal do Comércio

Geral

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Saúde

09/01/2017 - 09h57min. Alterada em 09/01 às 10h22min

Municípios recebem ambulâncias, mas amargam atrasos em repasses do Estado

Alex Martins Antunes, coordenador Samu em Guarani das Missões, fala de atrasos e repasses

Alex Martins Antunes, coordenador Samu em Guarani das Missões, fala de atrasos e repasses


PATRICIA COMUNELLO/ESPECIAL/JC
Patrícia Comunello
O Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, virou local de peregrinação de prefeitos e integrantes de municípios que receberão as chaves de 61 ambulâncias para o Serviço Móvel de Urgência (Samu). O presidente Michel Temer (PMDB) é aguardado para comandar o ato em sua primeira vinda ao Rio Grande do Sul desde que assumiu o posto. Temer sobrevoará áreas atingidas pela enchente no Vale do Paranhana, próximo à Região Metropolitana de Porto Alegre. 
Ao mesmo tempo em que não veem a hora de rodar rumo às suas cidades com os veículos, os gestores também cobram repasses atrasados da parcela do governo estadual que banca o atendimento. No dia 20, pode completar seis parcelas em atraso. 
O coordenador do Samu em Guarani das Missões, Alex Martins Antunes, enquanto faz uma selfie com a ambulância que vai à sua cidade, diz que há expectativa de que o governador José Ivo Sartori (PMDB) anuncie algum repasse. "Já são pelo menos três meses de atraso", diz Antunes. O governo federal está em dia. O Estado teria de repassar cerca de R$ 10,5 mil ao mês. Estamos dando um jeito com dinheiro da prefeitura para não deixar de ter o serviço", conta o coordenador. A espera para receber o carro é de um ano já. A que está na idade vai continuar rodando. 
Já o prefeito de Palmitinho, Luiz Carlos Panosso (PMDB), diz que só tem um mês de repasse da ajuda do Estado ao Samu em atraso. Prefeito reeleito, Panosso garante que isto (atraso) não é problema. "Há de vez em quando atraso, mas o município complementa. Agora são poucos dias", garante o prefeito. Para garantir caixa, ele diz que os secretários toparam ficar três meses sem receber. "Vai sobrar R$ 70 mil e vou repassar ao hospital. O  maior problema é a RS-528, que precisa ser asfaltada". 
Segundo ele, a nova ambulância vai substituir a que está no município que "já está com os dias contados". No pavilhão que na Expointer, principal evento que ocupa o parque, é destinado à mostra internacional, o fluxo é intenso desde as 8h de prefeitos e integrantes do Samu que tentam encontrar a ambulância. 
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