Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 03 de janeiro de 2017. Atualizado às 21h33.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Segurança pública

Notícia da edição impressa de 04/01/2017. Alterada em 03/01 às 22h37min

ONU pede investigação sobre mortes em Manaus

A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu que as autoridades do Amazonas investiguem de forma "imparcial e imediata" a morte de 56 detentos no Complexo Prisional Anísio Jobim, em Manaus, ocorrida durante motim na segunda-feira, e alerta que a responsabilidade pela situação dos prisioneiros é das autoridades. Outras quatro mortes, na Unidade Prisional do Puraquequara, foram confirmadas pelo governo amazonense.
"Pessoas que estão detidas estão sob a custódia do Estado e, portanto, as autoridades relevantes carregam a responsabilidade sobre o que ocorre com elas", disse a ONU em comunicado. A entidade considera positivo o anúncio do governo do Amazonas de criar uma força-tarefa para investigar o massacre. Mas também "apela para que isso leve a uma investigação imediata, imparcial e efetiva dos fatos". Para a ONU, essa investigação deve levar "os responsáveis à Justiça".
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia