Juliana (esq.) e Pedro (dir.), CEOs do aplicativo Joyz com a equipe da Aioria, desenvolvedora técnica Juliana (esq.) e Pedro (dir.), CEOs do aplicativo Joyz com a equipe da Aioria, desenvolvedora técnica Foto: MARCELO G. RIBEIRO/JC

Aplicativo da Capital estimula doações beneficentes

Joyz é um jeito fácil e rápido de ajudar ONGs, abrigos ou qualquer pessoa com uma causa nobre

Responsáveis pela operação do Joyz, Juliana Bento Ferreira, 26 anos, e Pedro Goidanich de Castro, 31, apostam na vontade que as pessoas têm de "fazer e receber o bem". Esse é o "salto de fé" da dupla que conta com o trabalho da equipe da Aioria no desenvolvimento do app e, financeiramente, com o aporte vindo de investidores em torno de US$ 100 mil.
No estágio atual da empreitada, apenas 30% desse montante foi investido. Recentemente, receberam também a aprovação do Facebook Starter, uma espécie de aceleração no valor de US$ 40 mil convertida em serviços. Além disso, nos cerca de 80 dias em que o aplicativo está disponível para os usuários, muitas histórias estão recebendo a ajuda proposta por ele.
O Joyz tem uma aparência que lembra o Instagram. Há fotos e descrições, permite ao usuário reagir a uma publicação, tanto com um "amei/like" quanto com comentários, uma repostagem ou um joyz, que é o grande diferencial da doação.
Um joyz vale 0,10 cents de dólar. Mas é possível doar mais, claro. O usuário de primeira viagem recebe 20 joyz para experimentar. São cinco deles para cada um dos quatro primeiros dias dentro da corrente do bem. Esta divisão é aplicada pelo app de forma estratégica, estimulando a interação contínua.
Embora muitos dos casos presentes nas postagens sejam de histórias regidas pelas dificuldades, Juliana e Pedro destacam o pedido por imagens e textos com leveza e alegria. "A gente não quer incentivar a doação por pena", argumenta Juliana. A ideia é mostrar lugares onde as doações fazem a diferença. "E a galera adorou isso. Porque é uma rede leve", ressalta. "A ideia é associar o sentimento de doação à felicidade", completa Pedro.
À frente da operação como produto e negócio, Pedro demonstra que a filantropia é o que verdadeiramente rege o andamento do Joyz. "A gente não ganha dinheiro nenhum, ainda. Mas a ideia é que ele passe a gerar dinheiro", explica.
Juliana é responsável pelo contato com os usuários. Engajada na causa, trabalha mais de 12 horas atendendo e realizando ligações, respondendo mensagens e solucionando dúvidas. "Eu até me arrepio de falar. O Joyz é meu filho", orgulha-se.
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Comentários ( 2 )
  1. Glucia Kirch

    Oi, Luciane Jacobs, tudo bem? Sou assessora de imprensa do Joyz. Por favor, nos passe seu e-mail para glaucia@aceka.com.br que te mandaremos todas as instrues. Abrao!

  2. Luciane Jacobs

    i. Trabalhei 8 anos com filantropia e sei a importncia desse App, parabns, que tenham muito sucesso. Gostaria de saber como a Instituio deve cadastrar-se. Obrigada.

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