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Porto Alegre, quarta-feira, 11 de janeiro de 2017. Atualizado às 18h25.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 11/01 às 19h27min

Dólar fecha em leve queda com ausência de detalhes nas falas de Trump

O dólar à vista fechou em leve queda frente ao real nesta quarta-feira (11), após uma manhã de apreensão. O tom menos agressivo de Donald Trump contra parceiros comerciais e a ausência de detalhes sobre suas políticas econômicas abriram caminho para a baixa da divisa norte-americana pelo mundo. Por aqui, as expectativas de entrada de recursos no Brasil, principalmente via captações corporativas, contribuíram para a queda.
Nas mínimas, o dólar à vista recuou aos R$ 3,1796 (-0,56%), enquanto o contrato futuro para fevereiro marcou R$ 3,1985 (-0,47%).
Ao fim da sessão, o movimento se exauria à espera de novos catalisadores e com demanda oportunística: o dólar à vista encerrou em queda de 0,09%, aos R$ 3,1946, enquanto o contrato para mês que vem fechou em alta de 0,20%, aos R$ 3,2200.
O volume de negócios somou US$ 1,207 bilhão no segmento à vista e o giro com o dólar para fevereiro ficou em US$ 13,810 bilhões.
A esperada primeira entrevista coletiva de Trump como o novo comandante da Casa Branca foi dominada por questões sobre a Rússia e espionagem por meio de ataques cibernéticos. Um dos temas mais aguardados pelos mercados, as medidas econômicas de Trump não tiveram detalhes adicionais divulgados.
Também gerou expectativa ao longo do dia a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Após o fechamento dos mercados, a instituição surpreendeu grande parte das apostas e reduziu a taxa básica de juros, a Selic, em 0,75 pontos porcentuais, para 13,00% ao ano.
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