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Porto Alegre, quarta-feira, 11 de janeiro de 2017. Atualizado às 10h09.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado financeiro

Alterada em 11/01 às 11h12min

Em dia de Copom, IPCA e Trump, Bovespa tende a mostrar alta

A bolsa de valores no Brasil deve reagir positivamente, nesta quarta-feira (11), com previsão de nova taxa de juros a ser definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom), Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) abaixo do teto da meta e ainda a primeira coletiva de imprensa do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump.
O Ibovespa abriu subindo 0,5% às 10h38min, aos 62.444,67 pontos, puxado em mais um dia pelas ações da Vale, que sobem mais de 1%, e a alta moderada tanto para Petrobras quanto para o setor financeiro. 
Para o estrategista da Guide Investimentos, Luis Gustavo Pereira, ao menos na abertura, os negócios refletem o viés assertivo dos mercados europeus, embalados pela continuidade da alta do preço das commodities. "Já ao longo do dia, os investidores vão focar e se posicionar em relação à decisão do Copom, já digerindo um IPCA que reforça a aposta de uma postura mais agressiva, se não nessa reunião, mas ao longo do ciclo de flexibilização monetária", disse Pereira.
Aliás, a queda da taxa básica de juros, de acordo com analistas, tende a seguir favorecendo ações de concessionárias rodoviárias, empresas ligadas ao setor elétrico. Essas companhias, que têm a tradição de pagar dividendos, são beneficiadas porque acabam por atrair mais investidores em um cenário de Selic baixa. "Além disso, essas empresas têm um fluxo de receita recorrente e, relativamente comparado à renda fixa, ficam mais atraentes", nota Pereira.
Entre os contrapontos que podem levar a alguma realização, estão a divulgação dos estoques de petróleo nos Estados Unidos. O país tem mostrado aumento de suas provisões em desalinhamento com a intenção dos países-membros da Opep, que já acertaram o corte da produção para garantir a alta do preço da commodity.
A fala de Trump pode influenciar os negócios externa e internamente. Os prometidos estímulos fiscais, que vêm gerando muita especulação e ajudaram a impulsionar os mercados asiáticos, europeus e de Nova York nos últimos meses, sendo confirmados ou não, podem levar a realização. "Vamos ver se confirma o velho ditado: sobe no boato, realiza no fato", diz o estrategista da Guide Investimentos.
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