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Porto Alegre, terça-feira, 10 de janeiro de 2017. Atualizado às 21h39.

Jornal do Comércio

Economia

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agronegócios

Notícia da edição impressa de 11/01/2017. Alterada em 10/01 às 22h20min

Abate de animais cresce 0,77% no Estado em 2016

Rio Grande do Sul aumentou a exportação em quase 5 mil toneladas

Rio Grande do Sul aumentou a exportação em quase 5 mil toneladas


MARCO QUINTANA/JC
Amanda Jansson Breitsameter
O Rio Grande do Sul abateu quase 842,8 milhões de cabeças no ano passado, alta de 0,77% sobre a produção de 2015, segundo levantamento realizado pelo Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa). Foram abatidos 832,3 milhões de aves, 8,2 milhões de suínos e quase 2 milhões de bovinos, rebanho que teve a maior alta, de 4,73%.
Os dados ainda trazem os abates de ovinos (189,7 mil) e bubalinos (11,03 mil). Em 2015, o número de abates ficou em 836,4 milhões de cabeças. O levantamento é realizado com base na emissão de Guias de Trânsito Animal (GTA) e aponta abates para estabelecimentos sob inspeção federal, estadual e municipal. A apuração serve para verificar o nível de participação dos produtores no pagamento das taxas que compõem o fundo.
Um dos dados que chamou a atenção foi o aumento do número de bovinos abatidos sob inspeção federal (SIF) em 2016. Foram mais de 52 mil cabeças em relação ao ano anterior. Abater na modalidade SIF permite que a cadeia exporte o produto para outros estados e países. O Rio Grande do Sul aumentou a exportação de bovinos para mercados internacionais, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior, em quase 5 mil toneladas. Isso elevou o faturamento do ano passado em mais de US$ 22 milhões em relação a 2015.
Já no País, o movimento do segmento de carne bovina foi contrário. As exportações reduziram em volume e, especialmente em faturamento. Houve, conforme a Secex, queda de dois milhões de toneladas e quase US$ 300 milhões em faturamento.
"A situação da economia gaúcha fez com que as empresas detentoras da inspeção federal buscassem mercados em outros países, o que acabou permitindo que o Estado evoluísse, caminhando no sentido oposto ao cenário nacional, de queda", explica o presidente do Fundesa, Rogério Kerber.
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