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Porto Alegre, segunda-feira, 09 de janeiro de 2017. Atualizado às 18h06.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 09/01 às 19h07min

Ações da Petrobras limitam ganhos e Bovespa fecha em alta de 0,06%

A Bovespa fechou com leve alta nesta segunda-feira (9), amparada no bom desempenho das ações de mineração, siderurgia e bancos. As fortes quedas dos papéis da Petrobras, no entanto, impediram uma valorização maior. O Índice Bovespa, que chegou a superar os 62 mil pontos, encerrou o dia em alta de 0,06%, aos 61.700,29 pontos. O volume de negócios somou R$ 5,63 bilhões.
Apesar de o noticiário político ter ganhado algum volume, os analistas ainda não enxergaram fatos que pudessem influenciar os negócios, a não ser pela manutenção da cautela. Crise na segurança pública, dívidas dos Estados e disputa pela presidência da Câmara foram monitorados, mas sem reflexos concretos no mercado. Com isso, as oscilações acabaram sendo influenciadas principalmente pelos preços das commodities e pelo noticiário corporativo. A expectativa de corte mais agressivo da taxa Selic na semana que vem foi pano de fundo durante todo o dia, incentivando um otimismo ponderado.
"As oscilações continuam a ser pautados pelas commodities, embora a recente valorização do real tenha sido um fator inesperado, beneficiando boa parte dos papéis", disse Vladimir Pinto, gestor de renda variável da Grand Prix Asset Management. Para ele, a expectativa de redução da taxa Selic, somada a algum avanço do governo em reformas estruturais e um cenário externo "que não atrapalhe", deve dar condições para que 2017 pavimente uma melhora geral da economia. "Nesse cenário a bolsa ainda tem espaço para novas altas. Mas se algo sair diferente, pode haver uma forte realização de lucros", disse.
A valorização de 2% do minério de ferro no mercado à vista chinês impulsionou as ações da Vale durante todo o dia, puxando também os papéis do setor de siderurgia. Vale ON e PNA fecharam em alta de 2,04% e 2,12%, respectivamente, refletindo ainda o aumento da recomendação do Barclays para o papel, de "equal weight" para "overweight".
Petrobras andou na contramão e foi destaque de queda durante praticamente todo o dia, com perdas de 0,97% (ON) e de 2,11% (PN). A baixa de mais de quase 4% dos preços do petróleo foi fator determinante para a venda das ações da estatal petrolífera, mesmo com o noticiário corporativo positivo. A companhia teve forte demanda pelos papéis ofertados ao mercado em sua nova captação externa. Segundo apurou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, o papel de cinco anos teve demanda de US$ 11 bilhões e o de dez anos, de US$ 9 bilhões.
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