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Porto Alegre, sexta-feira, 06 de janeiro de 2017. Atualizado às 18h41.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 06/01 às 19h43min

Petróleo sobe em meio a otimismo com corte na produção de grandes exportadores

Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira (6), em meio a sinais de que grandes exportadores da matéria-prima estão cumprindo com suas promessas de reduzir a produção. A alta foi limitada, no entanto, por expectativas de aumento da produção dos Estados Unidos.
O petróleo WTI para fevereiro negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em alta de 0,43%, para US$ 53,99 por barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para março subiu 0,37%, para US$ 57,10 o barril.
Os preços foram impulsionados pela decisão da Royal Dutch Shell de fechar o gasoduto Trans-Niger Bonny Light, que transporta 140 mil barris por dia. A companhia citou um incêndio como a razão do fechamento, mas a situação evidencia os conflitos na Nigéria, que enfrenta ataques em sua infraestrutura de petróleo.
O mercado passou a ficar agitado ontem, depois que o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos EUA reportou uma queda de 7,1 milhões de barris nos estoques da semana passada, em razão de menores importações.
No entanto, um grande aumento dos volumes de destilados e gasolina está sendo considerado má notícia e um reflexo de demanda fraca, segundo analistas do Société Générale. Os números também mostraram que a produção americana de petróleo bruto subiu em 4 mil barris por dia na mesma semana.
Hoje, a Baker Hughes afirmou que o número de poços e plataformas de petróleo em atividade nos EUA subiu 4, para 529 na última semana. Na comparação anual, o número representa alta de 13.
Paralelamente, os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo estão começando a reduzir a produção, para respeitar o teto de produção de 32,5 milhões de barris por dia, prometido pelo cartel na reunião de novembro.
A Arábia Saudita, que é vista por muitos como líder do cartel, cortou a produção diária de petróleo para 468 mil barris por dia, de acordo com o Wall Street Journal.
"A Saudi Aramco deixou claro que planeja cortar sua produção e isso pode convencer outros produtores a cumprirem com suas promessas de corte", disse Edward Bell, analista do Emirates NBD Bank. 
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