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Porto Alegre, terça-feira, 03 de janeiro de 2017. Atualizado às 10h49.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

03/01/2017 - 11h50min. Alterada em 03/01 às 11h50min

Sob impacto positivo do exterior, Bolsa firma-se acima dos 60.000 pontos

Sob impacto positivo do exterior, o Ibovespa firmou-se acima dos 60.000 pontos, renovando máximas sucessivamente.
A bolsa brasileira, que nesta terça-feira (3), conta com maior fluxo pela volta à ativa dos principais mercados, reage de maneira assertiva aos dados de alta na atividade industrial de China e Reino Unido. Também influencia o desempenho a alta forte do petróleo pelo início do acordo da Opep para a redução da produção da commodity.
Às 10h48min, o Ibovespa marcava 60.439,36 pontos, subindo 1,45%. No mesmo horário, as ações da Petrobras acompanhavam as cotações do mercado internacional: alta de 3,99% (ON) e 3,34% (PN) nos papéis da petroleira amparadas por avanço de 2,18% (Brent) e 2,25% (WTI).
"Os dados mais positivos da China já haviam refletido no mercado Europeu e nos índices futuros das bolsas nos Estados Unidos", notou Luiz Roberto Monteiro, operador da mesa institucional da Renascença Corretora, para quem as commodities vão continuar pautando positivamente as movimentações dos papéis dessas companhias, em especial, neste primeiro trimestre. "Principalmente porque, por aqui, vamos continuar no embalo das notícias políticas em um ambiente sem sinais de recuperação econômica."
No contraponto, mais pessimista em uma análise que compreende o desempenho da bolsa de hoje a sexta-feira, Marco Tulli Siqueira, gestor de renda variável da Coinvalores, afirma que há agentes de mercado apreensivos com as ações que podem ser tomadas pelo governo para concretizar o ajuste fiscal este ano.
"Algumas indicações de que pode vir um aumento de impostos, além de novas altas do preço da gasolina e da telefonia têm deixado muita gente incomodada e isso vai se refletir de maneira negativa na Bolsa", diz.
Para esta semana, a agenda de indicadores contempla a divulgação do "payroll", relatório de empregos dos EUA que representa importante indicador do ritmo de aquecimento econômico daquele país. Para Siqueira, se o dado não agradar, vai se juntar à apreensão doméstica.
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