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Porto Alegre, terça-feira, 10 de janeiro de 2017. Atualizado às 21h44.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 11/01/2017. Alterada em 10/01 às 21h24min

Vazamento de dados do CAR

Os deputados federais Luis Carlos Heinze (PP-RS), Valdir Colatto (PMDB-SC) e Tereza Cristina (PSB-MS) apresentaram requerimento para convocar o ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, para prestar esclarecimentos na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Capadr) "por ter permitido a divulgação de dados dos produtores rurais inseridos no Cadastro Ambiental Rural (CAR), inclusive com possibilidade de download, em clara afronta e desrespeito à legislação, que prevê, justamente, o sigilo dessas informações". A proposta dos três parlamentares foi aprovada pela comissão, mas com alteração do termo "convocação" para "convite". Colatto, um dos autores do requerimento, talvez não tenha gostado da mudança na terminologia e votou contra.
Energia eólica atinge marca histórica
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que o Brasil atingiu a marca de 10 gigawatts produzidos em energia eólica. O Brasil já está, há algum tempo, entre os 10 países do mundo que mais produzem energia eólica, e ela corresponde a 6,37% do total da matriz energética. Os outros países que compõem o ranking são China (145,36 GW), Estados Unidos (74,47), Alemanha (44,94), Índia (25,08), Espanha (23,02), Reino Unido (13,60), Canadá (11,20) e França (10,35).
Usinas eólicas no RS
Em todo o território nacional, já são mais de 409 usinas eólicas instaladas. No Rio Grande do Sul, destacam-se Cachoeira do Sul, Capão do Leão, Ijuí e Pelotas. A Aneel afirma que a região Nordeste é a que mais possui usinas eólicas, por "apresentar uma grande quantidade de ventos durante todo o ano". As outras fontes de energia no Brasil são hidrelétrica (61,32%), queima de fóssil (10,96%), queima de biomassa (8,92%), nuclear (1,25%) e solar (0,01%). Mesmo assim, ainda precisamos importar de Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela quase 5,14% da energia que precisamos.
Cinco vezes mais retorno
A senadora gaúcha Ana Amélia Lemos (PP, foto) conseguiu aprovar a realização de uma audiência pública, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para "debater a observância dos direitos e garantias constitucionais das instituições filantrópicas, com objetivo de proporcionar estabilidade e segurança jurídica ao setor". A isenção fiscal concedida ao setor filantrópico está em debate no governo devido à necessidade de cortes propostos pela gestão Temer. Todavia, estudo apresentado em outubro de 2016 no Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif) mostra que a cada um real obtido, cada entidade retorna 5,92 reais em benefícios à sociedade. Além disso, o setor filantrópico gera cerca de 1,3 milhão de empregos, e o corte na isenção fiscal poderia ampliar, ainda mais, a grande fila de 12 milhões de desempregados.
 
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