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Porto Alegre, segunda-feira, 09 de janeiro de 2017. Atualizado às 20h02.

Jornal do Comércio

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Opinião

Notícia da edição impressa de 10/01/2017. Alterada em 09/01 às 20h13min

A polêmica regulamentação do Uber

Ricardo Meneses dos Santos
A regulamentação de aplicativos de transporte como o Uber, que oferecem motoristas particulares, ainda é novidade. A questão mais discutida é: são eles empresas de transportes ou apenas de plataformas eletrônicas que conectam as partes? O caso será apreciado pelo Tribunal de Justiça da União Europeia. A questão surgiu após o lançamento do Uber em Barcelona, onde a uma empresa de táxis local denunciou o Uber, alegando que é transporte ilegal.
O Uber suspendeu a modalidade no local, porém argumenta que é uma plataforma digital que liga condutores e clientes, logo não presta serviço de transporte. Já na Inglaterra, motoristas do Uber conseguiram o vínculo trabalhista com a empresa. O Uber surgiu com a proposta de prestar um serviço diferenciado, ao oferecer carros de luxo para transporte a um preço acessível e com a promessa de bom serviço e comodidades. Muitos investiram na carreira de motoristas, obtendo resultados excelentes. Porém, com a popularização, ocorreu um aumento no número de motoristas, bem como uma guinada em relação ao serviço prestado. Assim, os aplicativos diminuíram as exigências para que particulares pudessem prestar o serviço.
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