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Porto Alegre, terça-feira, 10 de janeiro de 2017. Atualizado às 20h49.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

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Empreendedorismo

Notícia da edição impressa de 11/01/2017. Alterada em 10/01 às 16h22min

Proposta inclui figura do investidor-anjo na legislação

Poderão ser beneficiadas corporações com receita bruta de até R$ 7,2 milhões

Poderão ser beneficiadas corporações com receita bruta de até R$ 7,2 milhões


MARCOS SANTOS/USP IMAGENS/IMAGENS P/
Está em tramitação na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar (PLC) 446/14, que inclui na legislação brasileira a figura do investidor-anjo e das aceleradoras de empresas, mecanismos que se difundiram nos últimos anos para o financiamento de companhias emergentes com alta capacidade de crescimento (também chamadas de startups).
De acordo com a proposta, investidor-anjo é a pessoa (física ou jurídica) que investe capital próprio, de duração não superior a oito anos, em empresas de capital fechado que se encontram em seus estágios mais iniciais de desenvolvimento, tornando-se sócio minoritário do empreendimento. A corporação beneficiada só poderá ter receita bruta de até R$ 7,2 milhões.
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