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Porto Alegre, sexta-feira, 23 de dezembro de 2016. Atualizado às 00h06.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 23/12/2016. Alterada em 23/12 às 01h06min

Sonho com Papai Noel

Ana Cecília Romeu
O Natal parece mágico, até para quem nem acredita em Jesus ou não leva a sério o motivo religioso, mas não pode ignorar as decorações, presentes, reunião em família ou com os amigos. Algo acontece que propicia uma reflexão preparatória à virada de ano; e a figura do Papai Noel, ainda que um mito urbano e infantil, se introduz em nosso cenário. É impossível ignorar o apelo simbólico desse senhor, resgate do gênio da lâmpada com roupa vermelha de inverno, mesmo no nosso verão brasileiro.
Quantas coisas desejamos, materiais ou não, o que precisamos e o quanto tentamos conseguir, todas essas facetas ficam mais transparentes em época de Natal. É como celebrar um nascimento toda vez que abrimos uma reflexão: se conquistamos ou perdemos. Se olharmos para o mundo será impossível não derramar lágrimas por Aleppo, pelas vítimas das guerras de ontem e hoje, da ganância que faz mais guerras e que as mantém; por quem ainda morre de fome num planeta tão cercado de novas tecnologias. Se olharmos para o Brasil será impossível aceitar que não se pode sequer ficar doente, pois a saúde pública necessita da emergência; os desempregos, injustiças, corrupção e uma aposentadoria conquistada à eternidade. No nosso Estado, os salários parcelados; o descaso com instituições; e uma série de privatizações a caminho. Se olharmos para nossa vida... Mas Papai Noel não existe, e nem soluções mágicas num planeta tão doente de si mesmo. Então nos resta buscar a vida dentro do possível. Reunirmo-nos com os amigos, a família, procurar o Papai Noel primeiro em nós mesmos.
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