Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 03 de janeiro de 2017. Atualizado às 20h34.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

COMENTAR | CORRIGIR

Patrimônio

Notícia da edição impressa de 04/01/2017. Alterada em 03/01 às 18h43min

Estudo traça raio x de fundos patrimoniais

O estudo "Filantropização via privatização", lançado pelo Idis e desenvolvido pelo professor norte-americano Lester M. Salamon, mapeou a criação de 500 casos de fundos patrimoniais criados no mundo a partir de ativos públicos. Na República Checa, por exemplo, 1% dos recursos oriundos do processo de privatização, nos anos 1990, deram origem a mais de 70 endowments. Na Alemanha, a privatização da Volkswagen permitiu criar uma fundação para a ciência.
Os Estados Unidos são o país mais forte nessa área, com fundos atuantes e de grande relevância em áreas como a educação, por exemplo. A Harvard Management Company, da universidade de mesmo nome, tinha um patrimônio de US$ 35,7 bilhões em junho. Um projeto de autoria da senadora Ana Amélia (PP-RS), em tramitação, propõe a criação de fundos patrimoniais para financiar instituições públicas de Ensino Superior. Já existem, porém, projetos em andamento. Em dezembro, a Universidade de São Paulo (USP) anunciou a criação de um endowment para apoiar projetos e bolsas de estudo como uma das metas para 2017. Três faculdades da USP - a Escola Politécnica (Poli), a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, e a de Medicina - já têm fundos patrimoniais.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia