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Porto Alegre, terça-feira, 03 de janeiro de 2017. Atualizado às 20h34.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

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Opinião

Notícia da edição impressa de 04/01/2017. Alterada em 03/01 às 21h33min

A soma de forças profissionais na recuperação judicial

Gabriele Chimelo é sócia e coordenadora jurídica da Área de governança, gestão de crise e recuperação judicial da Scalzilli.fmv

Gabriele Chimelo é sócia e coordenadora jurídica da Área de governança, gestão de crise e recuperação judicial da Scalzilli.fmv


SCALZILLI FMV/DIVULGAÇÃO/JC
Gabriele Chimelo
O sucesso de uma empresa depende da atuação de diferentes áreas profissionais. Assim não surpreende que o mesmo aconteça quando o caso é de Recuperação Judicial. A legislação e a prática evidenciam isso. A Lei nº 11.101, de 2005, que trata da recuperação judicial, extrajudicial e da falência, diz que o administrador judicial deve ser preferencialmente advogado, economista, administrador de empresas ou contador, ou ainda pessoa jurídica especializada.
Isso porque o seu papel é fiscalizar as atividades do devedor, comunicando ao juiz todos os atos praticados, apresentar um relatório mensal do plano de recuperação, comunicar aos credores o deferimento da recuperação, elaborar a relação dos credores com a respectiva classificação dos créditos e requerer a realização da assembleia de credores que apreciará o plano de recuperação.
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