Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 28 de novembro de 2016. Atualizado às 16h08.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

transportes

Alterada em 28/11 às 17h11min

Empresas de transporte sofreram impactos das crises econômica e política

Agência Brasil
O setor de transporte sofreu forte impacto das crises econômica e política. A percepção é de 795 empresas brasileiras transportadoras de cargas e passageiros que participaram da Sondagem Expectativas Econômicas do Transportador 2016, divulgada hoje pela Confederação Nacional do Transporte (CNT).
A sondagem mostra que mais da metade (60%) das empresas de transporte sofreram diminuição da receita em 2016 e 58,8% precisaram reduzir o número de viagens. De acordo com a pesquisa, o aumento do custo operacional é um dos problemas enfrentados por 74,6% dos entrevistados. Outra dificuldade apontada é o acesso ao crédito para a aquisição de novos veículos. Das empresas de transporte entrevistadas, 63,7% não adquiriram veículos em 2016 e 44,6% não pretendem adquiri-los em 2017.
O setor demitiu 52.444 trabalhadores de dezembro de 2015 a setembro de 2016. O quadro de funcionários previsto para 2017 foi reduzido por 58,1% das empresas e apenas 30% deve contratar novos funcionários. A pesquisa ressalta que "a recuperação do emprego é mais lenta do que a da receita em todos os setores da economia após uma crise como a atual', diz o texto.
Para 90,7% dos empresários ouvidos, a crise política os afetou negativamente. Apesar de 53% dos empresários manifestarem aumento da confiança na gestão econômica atual, praticamente metade (49,3%) deles acredita que a retomada do crescimento da economia só será percebida em 2018. Apenas 23,7% dos empresários esperam resultados melhores ainda para o ano que vem, otimismo considerado "moderado" pela sondagem.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia