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Porto Alegre, segunda-feira, 31 de outubro de 2016. Atualizado às 08h33.

Jornal do Comércio

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Frases e Personagens

Notícia da edição impressa de 31/10/2016. Alterada em 31/10 às 08h05min

Frases e personagens

Luiz fux

Luiz fux


SCO/STF/JC
"O rombo na Previdência e a crise econômica foram determinantes na decisão da Corte de vetar o recálculo da aposentadoria quando o aposentado volta ao mercado de trabalho, a chamada desaposentação." Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal.
"Hoje, o cenário jurídico gravita em torno do binômio direito e economia. Foram os influxos da economia que levaram o Supremo Tribunal Federal a vetar essa possibilidade diante do que hoje a economia exige do magistrado uma postura pragmático-consequencialista. A decisão do Supremo evitou um rombo nas contas públicas de R$ 300 bilhões." Também Luiz Fux.
"Considero necessária a Proposta de Emenda à Constituição que cria um teto para os gastos públicos. Espero que a matéria seja aprovada também pelos senadores, assim como fizeram os deputados." Eunício Oliveira (PMDB-CE), líder do PMDB no Senado, relator do texto no Senado, onde passará a ser denominado PEC 55.
"Não sei por que estão fazendo tanto drama. A questão é muito mais política do que qualquer outra coisa. A medida é boa. Acho que é necessária esta PEC. Ainda estou analisando a matéria. Não posso antecipar o meu relatório." Também Eunício Oliveira.
"Economia e corrupção. Estas duas coisas juntas são um coquetel muito poderoso que derrotou esta popularidade que Lula tinha." Maurício Santoro, professor de relações internacionais na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
"Não há crise institucional no Brasil, e as instituições funcionam perfeitamente, com independência e harmonia. Nós tivemos, sim, alguma discrepância entre como se vai interpretar um determinado fato entre o Legislativo e o Judiciário." Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil.
"Acompanhei a votação, no segundo turno, na Câmara, da proposta que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos. As mudanças não vão afetar setores essenciais como saúde e educação." Michel Temer, presidente da República.
 
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