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Porto Alegre, quarta-feira, 05 de outubro de 2016. Atualizado às 22h38.

Jornal do Comércio

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Metalmolas Indústria e Comércio de Molas

Notícia da edição impressa de 06/10/2016. Alterada em 05/10 às 21h14min

Equipamento Melhora capacidade produtiva

 Inovação permite alimentação biomecânica de qualquer tamanho de molas

Inovação permite alimentação biomecânica de qualquer tamanho de molas


METALMOLAS/DIVULGAÇÃO/JC
Sempre atenta à evolução do mercado, a Metalmolas Indústria e Comércio de Molas, tradicional fabricante de molas para diversos segmentos, decidiu projetar uma máquina para ampliar seu portfólio através da diversificação de peças produzidas, quantidade, peso e design. O diretor Guilherme Frederico Aggens relata que o projeto Metaltec, que ele coordena, surgiu a partir de uma necessidade da empresa em ter um equipamento versátil para a conformação de molas helicoidais, com simplicidade de setup e uma maior aplicabilidade industrial. Com a nova máquina, o objetivo é também melhorar a capacidade produtiva e a possibilidade de utilização da mão de obra capacitada e treinada dentro da própria empresa.
Trata-se do desenvolvimento de uma máquina eletromecânica, a partir de benchmarking internacional, para ser fabricada pela Metalmolas. A principal característica é a alimentação biomecânica de qualquer tamanho de molas, a partir da alimentação de matéria-prima (arame de aço) dentro de um sistema de catracas, tendo como base um conjunto principal e um segundo conjunto de catracas acessórias, que será comandado pelo primeiro. Este mecanismo biomecânico viabilizará o lançamento de matéria-prima no que se refere ao comprimento do arame, tendo em vista o desenvolvimento de produtos (molas) sem restrição do seu tamanho ou forma.
O projeto ainda está na fase inicial. Nessa etapa são analisados possíveis fornecedores e importadores, há o estudo de patentes, pesquisa de mercado e tecnologia. Segundo Aggens, os próximos passos consistem em desenvolver o projeto conceitual e executivo do modelo da máquina eletromecânica, denominada Metaltec. O ingresso no Tecnova RS foi justamente para alcançar a viabilização do projeto. "Sem este aporte provavelmente teríamos dificuldades no desenvolvimento de todas as etapas", observa. Ele considera que no cenário de crise que as indústrias enfrentam atualmente, a inovação e a busca de novos nichos de mercado não são possíveis apenas com recursos próprios.
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