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Porto Alegre, quinta-feira, 01 de dezembro de 2016. Atualizado às 18h53.

Jornal do Comércio

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Dillon Biotecnologia Ltda.-me

Notícia da edição impressa de 06/10/2016. Alterada em 01/12 às 19h55min

Biocontrole de pragas favorece os vinhedos

Projeto entrará em fase de finalização, partindo dos dados coletados

Projeto entrará em fase de finalização, partindo dos dados coletados


DILLON BIOTECNOLOGIA/DIVULGAÇÃO/JC
Empresa familiar criada em 2011, a Dillon Biotecnologia Ltda. ME foi constituída para prestar serviços de consultoria em biotecnologia, produzir e comercializar produtos biotecnológicos. Acompanhando o mercado da agricultura mundial, detectou uma forte demanda nacional para produtos de controle biológico, principalmente de micro-organismos que são antagonistas de doenças e insetos pragas, para atender ao mercado de produtos orgânicos ou mesmo visando à redução de agrotóxicos em busca de uma agricultura mais sustentável. Neste contexto, na cadeia da uva e do vinho, uma das principais dificuldades na produção da uva é a existência de uma praga conhecida como pérola-da-terra. Este inseto habita na raiz da planta, sugando a seiva e causando o declínio da produção, até a morte da planta. Estima-se que cerca de 20% dos parreirais já estão "contaminados" com a pérola-da-terra.
Pesquisas científicas existentes indicam que linhagens do fungo Paecilomyces sp possuem capacidade antagônica para a pérola-da-terra. Por este motivo, a Dillon propôs o projeto ao Tecnova RS para avançar as pesquisas, a fim de criar uma tecnologia eficaz e limpa que possa chegar ao produtor do campo. Este mesmo fungo também é reconhecido por sua capacidade de biocontrole de outra praga causadora de danos na agricultura, os nematoides, presente em culturas como soja, milho, hortaliças e fruticultura em geral. Com o Tecnova, foi possível englobar as pesquisas e o desenvolvimento de produto para o controle destes dois problemas.
O projeto está em fase de finalização, e a Dillon, a partir de coletas e obtenção de isolados do fungo Paecilomyces lilacinus conseguiu verificar sua capacidade de biocontrole em laboratório e desenvolver um produto formulado. A sócia-diretora Débora Dillon diz que o produto está sendo testado em campo para avaliação de sua eficiência. Agora, será a fase de finalização do projeto, partindo dos dados obtidos da coleta das videiras em área experimental de campo, e avaliação do efeito do fungo sobre a pérola-da-terra. Em relação ao controle de nematoides, a empresa já possui resultados parciais satisfatórios nos testes de eficiência em campo e aguarda resultados conclusivos para recomendação de uso do produto.
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