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Porto Alegre, quarta-feira, 05 de outubro de 2016. Atualizado às 22h33.

Jornal do Comércio

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INSTOR PROJETOS E ROBÓTICA LTDA.

Notícia da edição impressa de 06/10/2016. Alterada em 05/10 às 21h26min

Limpeza contínua em tubulações

Fluctuator Riser Cleaning faz limpeza contínua das tubulações

Fluctuator Riser Cleaning faz limpeza contínua das tubulações


INSTOR/DIVULGAÇÃO/JC
As cracas marinhas costumam gerar dor de cabeça aos responsáveis por fazer a manutenção de estruturas submarinas. Em ambientes como plataformas de petróleo, é inevitável que elas surjam e, nesses casos, as partes mais afetadas são as tubulações. Habitualmente, de tempos em tempos, é preciso que um mergulhador munido de uma espátula faça uma raspagem no local. Pensando em automatizar esse processo e diminuir a incomodação causada pelo acúmulo de crustáceos, a Instor Projetos e Robótica Ltda. pensou em desenvolver uma ferramenta de limpeza contínua para tubulações submersas de óleo e gás. Trata-se do Fluctuator Riser Cleaning.
Os tubos das plataformas são de vital importância, já que são eles os responsáveis pelo trânsito do petróleo extraído do fundo do mar para a superfície, por isso a necessidade de mantê-los sempre em perfeitas condições de funcionamento. "O nosso equipamento faz a varredura permanente da estrutura, para evitar que as cracas surjam. É um processo mecânico, as ondas do mar são responsáveis pela propulsão energética dele", explica o diretor da Instor Giovani Geremia.
Nesse sentido, o equipamento desenvolvido pela empresa é uma espécie de boia varredora. Um conjunto de boias é instalado ao redor da estrutura, com um intervalo de um metro de uma para a outra. No fundo do mar, coloca-se um lastro, que funciona como um peso. Todos os utensílios são interligados por cordas, o que permite que as boias varredoras fiquem em contato com a tubulação conforme o movimento do mar, fazendo a varredura ora para cima e ora para baixo.
Com a utilização do produto da Instor, não será mais necessário executar a limpeza constante das cracas, já que elas não surgirão mais. Como o sistema é alimentado pela oscilação das ondas, a operação torna-se rentável para os gestores da plataforma, que terão menos gastos do que teriam com a retirada após o surgimento das cracas. 
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