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Porto Alegre, quinta-feira, 03 de novembro de 2016. Atualizado às 07h33.

Jornal do Comércio

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MIOTEC EQUIPAMENTOS BIOMÉDICOS LTDA.

Notícia da edição impressa de 06/10/2016. Alterada em 03/11 às 08h34min

Sinais fisiológicos com o wireless

Arrial (esquerda) e o sócio Fabiano Ergoni explicam o salto da tecnologia após o Tecnova RS

Arrial (esquerda) e o sócio Fabiano Ergoni explicam o salto da tecnologia após o Tecnova RS


Marco Quintana/JC
Os fios ligados ao corpo do paciente para extrair informações médicas já começam a se tornar algo obsoleto. A Miotec Equipamentos Biomédicos Ltda., empresa de Porto Alegre, criou um sistema de coleta e análise de dados fisiológicos sem fio. O sensor e o software que compõem a solução são os primeiros do gênero fabricados no Brasil, o que tornará essa ferramenta mais acessível no mercado nacional do que é atualmente. Hoje em dia, existem sistemas nos mesmos moldes, mas todos fabricados no exterior.
O sensor fica em contato com o paciente, e as informações são transmitidas pela rede sem fio ao software. A ferramenta possui 16 canais simultâneos, com os seguintes canais de coleta: eletromiograma (EMG) de superfície, EMG uroginecológico, dinamometria uroginecológica, goniometria e acelerometria. O foco principal do produto é diagnosticar e acompanhar disfunções musculares. Até por isso, uma das principais áreas que devem se beneficiar da solução é a de fisioterapia. "O equipamento gera mais de 2 mil amostras por segundo em cada músculo. O fisioterapeuta consegue saber que músculo precisa atingir primeiro e em qual intensidade", destaca o diretor de tecnologia da Miotec, Tiago de Menezes Arrial. O dirigente explica que o sensor é pequeno, mede poucos centímetros.
Para desenvolver a ferramenta, a Miotec se inspirou na metodologia desenvolvida pelo Instituto de Gerenciamento de Projetos (PMI, na sigla em inglês), que salienta os cinco grupos essenciais de processos: iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle, e encerramento. O produto da Miotec se encontra em fase final de testes, etapa que deve se estender até o final de outubro. Depois, seguirá para a obtenção de certificação e logo será colocado no mercado. Assim, poderá ser utilizado em hospitais, clínicas de fisioterapia, entre outros estabelecimentos médicos.
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