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Porto Alegre, quarta-feira, 05 de outubro de 2016. Atualizado às 22h28.

Jornal do Comércio

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M.MOSS INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE BOLSAS LTDA.

Notícia da edição impressa de 06/10/2016. Alterada em 05/10 às 20h51min

Máquina aumenta a competitividade

Tempo de fabricação de uma bolsa diminuirá, segundo Mary

Tempo de fabricação de uma bolsa diminuirá, segundo Mary


M MOSMANN /DIVULGAÇÃO/JC
Diante da crise, que atingiu fortemente o setor coureiro-calçadista, a fabricante de bolsas M. Moss Indústria e Comércio de Bolsas Ltda., de Novo Hamburgo, decidiu apostar em produtos de alto valor agregado. Para aumentar a competitividade, desenvolveu uma máquina de beneficiamento de peles exóticas. O equipamento facilita a junção de peles na hora de fabricar a bolsa, fazendo a costura com mais precisão. "A máquina trabalha com todas as peles, que têm irregularidades de espessura e altura. O foco é o trabalho com pele de pirarucu, mas o equipamento pode ser usado com outras, como as de jacaré, gado ou avestruz", explica Mary Luzia Mosmann, diretora da M. Moss. Após dois anos de trabalho, o dispositivo está em fase final de testes.
Ao trabalhar constantemente com material de pirarucu, a M. Moss detectou que havia uma dificuldade de fazer a junção das peles. O processo, realizado manualmente e em máquina, gerava grande desperdício da matéria e levava muito tempo para ser concluído. Daí surgiu a necessidade de criar uma máquina que auxiliasse a chanfrar as peles exóticas, algo inexistente no mercado. Para isso, a fabricante contratou uma empresa especialista na construção de máquinas, que viabilizou a ideia. O equipamento já é utilizado na linha de produção da M. Moss. "Para montar a frente e a lateral de uma bolsa, o processo de rebaixe levava uns 30 minutos. Com a máquina, toma 2 minutos", compara Mary. Agora, segundo a diretora, uma bolsa feminina feita com pele de pirarucu deve ser fabricada em menos da metade do tempo que levava antes.
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