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Porto Alegre, terça-feira, 13 de setembro de 2016. Atualizado às 01h04.

Jornal do Comércio

Economia

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Contas Públicas

Notícia da edição impressa de 13/09/2016. Alterada em 13/09 às 01h01min

Febraban defende PEC de gastos de longo prazo

Portugal prevê redução da taxa de juros sem comprometer a inflação

Portugal prevê redução da taxa de juros sem comprometer a inflação


MARCELO G. RIBEIRO/JC
O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 241, que estabelece um limite para o gasto público. Segundo ele, há expectativa no setor privado de que esse teto será aprovado ainda neste ano e na forma com que foi proposto pelo governo. "Caso não se materialize (essa aprovação), há risco de reversão na melhora das variáveis, o que poderia colocar em risco a saída da recessão", afirmou.
Na avaliação do presidente, o teto não é uma medida suficiente para a recuperação da economia, e são necessárias reformas em determinados grupos de despesas, mas ele garantiu que esse é um começo. "Com o teto do gasto, mas sem uma reforma da Previdência, o que vai acontecer é que os gastos previdenciários vão continuar crescendo e vão espremer todas as outras despesas primárias tornando o teto impossível de ser mantido", disse.
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