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Porto Alegre, domingo, 19 de junho de 2016. Atualizado às 22h16.

Jornal do Comércio

Política

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Câmara dos Deputados

Notícia da edição impressa de 20/06/2016. Alterada em 19/06 às 22h15min

Sucessor de Cunha já une os adversários

  Antiga e nova oposição discutem a destituição de Waldir Maranhão

Antiga e nova oposição discutem a destituição de Waldir Maranhão


WILSON DIAS/ABR/JC
Certos da cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), líderes partidários iniciaram as discussões sobre o nome que sucederá o peemedebista na presidência da Câmara. Adversários históricos, PT e PCdoB se aproximaram de DEM e PSDB para buscar um candidato alternativo para se contrapor ao nome que será apresentado pelo Centrão - grupo de 13 de partidos liderados por PP, PSD, PR e PTB. Os "novos aliados" querem um presidente que não seja ligado a Cunha e, principalmente, passe longe das investigações da Operação Lava Jato.
Com o discurso de que o cargo de presidente da Câmara não pertence a um grupo e que o sucessor de Cunha não deve ser imposto por nenhuma das forças da Casa, a nova oposição ao governo Michel Temer (PMDB) e a antiga oposição ao governo Dilma Rousseff (PT) alegam que não se pode voltar a sofrer o desgaste de ter um comandante investigado pelo Ministério Público Federal (MPF), na mira do Supremo Tribunal Federal (STF) e alvo de representação no Conselho de Ética. "O propósito de todos é não permitir que haja reincidência", resumiu o líder do PSDB, Antonio Imbassahy (BA).
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