Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 19 de junho de 2016. Atualizado às 22h15.

Jornal do Comércio

Opinião

CORRIGIR

artigo

Notícia da edição impressa de 20/06/2016. Alterada em 19/06 às 17h31min

Reajustes abusivos

Mônica Leal
Premido pela crise econômica, aumento do desemprego e queda na renda, milhões de brasileiros não conseguem mais pagar seu plano de saúde privado. Mesmo neste conturbado momento, sem nenhuma sensibilidade, os planos noticiam o aumento dos contratos firmados a partir de 1999. Ora senhores, não é possível aumentar a mensalidade, uma vez que grande parte das famílias que ainda possuem plano privado estão com o orçamento apertado. Da mesma forma para aqueles que estão desempregados, pois perderam o benefício ofertado pela empresa através do plano empresarial.
Para se ter uma ideia, uma família composta de um casal e dois filhos de 15 e 17 anos, pagava pelo seu plano de saúde no ano de 2000 aproximadamente R$ 704,00 (equivalente a 200 dólares) de mensalidade. Hoje, a mesma família, considerando o aumento da idade e a mudança de faixa dos beneficiários, o valor se aproxima dos R$ 2.816,00 (equivalente a 800 dólares). É um verdadeiro absurdo!
O que os planos de saúde não conseguem perceber é que os clientes brevemente não conseguirão mais pagar suas mensalidades. Portanto, o aumento divulgado ocorreu em um péssimo momento. Espero que seja revisto. Ou brevemente somente uma parcela mínima da sociedade continuará cliente.
Jornalista
 
CORRIGIR
Seja o primeiro a comentar esta notícia