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Porto Alegre, domingo, 19 de junho de 2016. Atualizado às 22h15.

Jornal do Comércio

Economia

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Varejo

Notícia da edição impressa de 20/06/2016. Alterada em 19/06 às 22h15min

Alta de IGPs vai chegar ao consumidor e elevar IPCA

Perdas nas safras ocasionaram o reajuste dos preços do arroz e feijão

Aumento de preços de produtos como arroz e feijão refletem perdas de safras em meio a adversidades climáticas


EDUARDO SEIDL/ARQUIVO/JC
A resistência de alta dos preços dos alimentos deve continuar incomodando a inflação nos próximos meses, à medida que os produtos agropecuários seguem avançando, em razão da quebra de safra de grãos. Como os efeitos desse encarecimento no atacado ainda não foram percebidos em sua plenitude no varejo, a percepção de analistas é de que os Índices de Preços ao Consumidor (IPCs) fiquem pressionados nesta época do ano, quando normalmente se espera algum alívio. Além dessa pressão, o clima atípico dos últimos dias, com frio intenso em várias regiões do País, deve influenciar a inflação, colocando risco de alta nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2016. Outro ponto ressaltado é que o risco inflacionário também pode alongar o início do ciclo de afrouxamento monetário pelo Banco Central (BC).
Na quarta-feira passada, mais um indicador da Fundação Getulio Vargas (FGV) reforçou o avanço da inflação atacadista. O Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) atingiu 1,42%, puxado especialmente pelo atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve variação de 1,89%, com o IPA Agropecuário indo a 4,91% e o Industrial, a 0,70%. Embora o efeito do encarecimento no atacado não seja direto, ele acaba por acarretar em pressões de alta da cadeia alimentícia de produtos que usam as matérias-primas como insumo. "A parte de proteínas é a que a mais pode sofrer influência. Leite está subindo, um pouco fruto disso. As altas ainda são limitadas. Se esse quadro se prolongar a ponto de comprometer a oferta, pode gerar mais inflação, por mais que o consumidor esteja resistindo, devido à recessão econômica", analisa o economista Pedro Ramos, do Banco Sicredi.
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