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Artigo Notícia da edição impressa de 12/02/2016. Alterada em 11/02 às 21h37min

Mais empregos públicos?

Dagoberto Lima Godoy

Em meio a uma recessão que ameaça se prolongar, enquanto a insegurança ataca os brasileiros empregados, e a desesperança, os já desempregados, a pergunta que se impõe é: de onde virão os empregos? Mesmo os "keynesianos" convictos terão que descartar a opção dos empregos públicos.
A necessidade imperiosa de ajuste fiscal já foi assumida até pela presidente "desenvolvimentista", embora ela não admita que o exagero nos gastos com pessoal seja uma das principais causas do insuportável endividamento público. No caso do Rio Grande do Sul, o governador reconhece que não pode contratar servidores, nem mesmo na conturbada área da Segurança Pública. Então, salta aos olhos que a resposta só pode vir do setor privado (exceto na visão da esquerda "aloprada"). De onde virão os empregos? Decerto, das empresas não. Elas estão, em geral, acossadas pela retração no mercado interno e pelo famigerado Custo Brasil (que os governos petistas levaram à estratosfera): inflação, juros sufocantes, voracidade e perversão do sistema tributário, legislação do trabalho desatualizada, infraestrutura deficiente, burocratização e corrupção endêmica. Então, o que pode fazer um governo que quer gerar empregos?
Primeiro: que preserve os empregos existentes, no setor produtivo, atacando o Custo Brasil e barrando a concorrência estrangeira desleal. Segundo: que viabilize novos investimentos, construindo um ambiente de receptividade à iniciativa privada, com estabilidade das regras do jogo; e poupando parte dos impostos, para melhorar a infraestrutura e os serviços públicos. Terceiro: que utilize privatizações e delegações a operadores privados, o que, de resto, quando bem-feito, ajuda a vedar saques do tipo "petrolão". O governo Sartori vem demonstrando, até aqui, afinar com as linhas de gestão citada (como a Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual). Que continue nesse rumo, pois não há outro jeito de o governo criar empregos sustentáveis.
Ex-presidente da Fiergs


COMENTÁRIOS
Fernando - 13/02/2016 00h25min
Mas será que é só isso. E os bilhões que o BNDEs empresta para a iniciativa privada a juros de pai para filho, retirando recursos do Tesouro e endividando o país. E os inúmeros benefícios fiscais concedidos pelo Estado do RS a iniciativa privada, principalmente àquelas empresas que não precisam. E assim que acabam os benefícios as empresas demitem em massa ou mudam-se para outros estados a serem explorados, por essa forma eficiente de fazer dinheiro.

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