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Artigo Notícia da edição impressa de 25/01/2016. Alterada em 25/01 às 21h30min

Sobre sujeira em todas as esferas

Eduardo Westphal

Nos últimos dias, muito se tem falado a respeito da poluição nas praias catarinenses, sobretudo na porção Norte da Ilha de Santa Catarina. Analisando os mapas dos pontos impróprios para banho, percebe-se que o problema acontece nas áreas de maior densidade urbana, entretanto, a densidade em si não é a causadora da poluição. O problema está na forma desordenada como o crescimento acontece, fruto da corrupção e da incompetência que permeiam boa parte da estrutura administrativa das cidades.
Até aí, nada de novo. O que mais se ouve nas discussões são críticas a governantes corruptos. O que se tem omitido é que, na outra ponta do problema, há cidadãos igualmente corruptos, afinal, não seriam os próprios gestores também cidadãos?
Além das clássicas cenas de políticos e funcionários públicos recebendo dinheiro de empresários, a corrupção também se apresenta de formas sutis. Sejam aqueles que compram terrenos em áreas de preservação ou que parcelam lotes irregularmente, ou que constroem e ampliam suas casas sem alvará, ou que lançam esgoto na rede pluvial, ou que mudam o uso da edificação depois do habite-se, todos são corruptos.
Há também os turistas que criticam o lugar onde passam suas férias, dizendo "lá na minha terra não funciona assim", e, na primeira oportunidade, compram um sonhado terreno em área de restinga, bem pertinho do mar, achando normal fazer tudo ilegalmente com a desculpa de que "é assim que funciona". Esses são alguns exemplos de atitudes que todos, de algum modo, já testemunharam.
Parece que precisamos aprender novamente a viver em sociedade. Isso começa por conhecer nossos vizinhos, fiscalizar a nossa rua e o nosso bairro. A mudança pode acontecer quando damos bons exemplos mostrando, diante de situações de corrupção que não, não é assim que funciona. Só assim mudaremos o panorama atual de cidades deixadas nas mãos de seus algozes.
Arquiteto e urbanista
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