Hoje é:
Dia do Técnico de Segurança do Trabalho
Dia Internacional de Combate ao Câncer
PORTO ALEGRE PREVISÃO
AGORA
28ºC
28ºC
21ºC
previsão do tempo

Porto Alegre, sexta-feira, 27 de novembro de 2009 atualizado às 14h57
Ibovespa: Fonte:
outros indicadores
Edições anteriores | Edição impressa RSS
|
Twitter
|
Newsletter JC | Assine o JC
Página Inicial | Opinião | Economia | Internacional | Política | Geral | Esporte | Cadernos | Colunas | Especiais
BUSCA
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
 
Comente esta notícia [FECHAR]  
       
  Nome:  
  Email:    
  Comentário:    
 
 
Circulação
Assine o JC
Serviços Online
Receba a newsletter
Edições Anteriores
Feed de notícias (RSS)
Comercial
Anuncie no JC
Anuncie no Site
Envio de Anúncios
O JC
Institucional
Campanha 75 Anos
Eventos
Marcas de Quem Decide
Prêmios
Expediente
Fale conosco



Página Inicial > Economia COMENTAR IMPRIMIR CORRIGIR ENVIAR

06/11/2009 - 16h32min

Produtores querem 10% de mistura no combustível até 2015

Agência Estado

A União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio) já iniciou conversas com o governo para avançar no Programa Nacional de Biodiesel. Já foi decidido pelo governo que, a partir de janeiro do ano que vem, será obrigatória a mistura de 5% de biodiesel a todo o diesel vendido no país. Mas os empresários querem mais. O diretor executivo da Ubrabio, Sérgio Beltrão, afirmou nesta sexta-feira (6) que é possível, até 2015, se atingir uma mistura nacional obrigatória de 10% (B10).

"A adoção poderia ser feita gradualmente, mas, para isso, é preciso mudar a legislação", disse Beltrão, lembrando que o atual marco regulatório do biodiesel prevê apenas mistura de até 5%.

Outro pleito que a entidade vem tratando com o governo é de se estabelecer, também até 2015, uma mistura obrigatória de 20% de biodiesel no diesel, mas apenas em grandes centros urbanos. Segundo um dos sócios da Ubrabio, o diretor da empresa Binatural, João Batista Cardoso, a ideia seria tornar os 20% obrigatórios apenas para postos de combustíveis localizados em um raio de até 100 quilômetros de grandes centros metropolitanos. Cardoso ressaltou que a medida teria grandes benefícios do ponto de vista da saúde pública, uma vez que diminuiria a poluição atmosférica nas grandes cidades.

Caso consigam ser atendidos nos dois pedidos, os fabricantes terão de aumentar sua produção. Segundo Cardoso, hoje o parque instalado de produção de biodiesel tem capacidade para processar quatro bilhões de litros por ano e a previsão é de que chegue a cinco bilhões no final do ano que vem, com a inauguração de oito novas fábricas.

Atualmente, com a mistura de 5% obrigatória a partir de 2010, serão necessários 2,5 bilhões de litros por ano para atender a demanda. Isso significa que a capacidade ociosa é de 2,5 bilhões, suficientes, por exemplo, segundo os empresários, para atender a elevação da mistura nacional para 10%. Para atender os 20% de adição de biodiesel nos grandes centros, seriam necessários mais 2,5 bilhões de litros por ano.

Os empresários, entretanto, se queixaram da falta de competitividade criada pela carga tributária para que o setor possa exportar. Segundo eles, a Argentina, por exemplo, tem uma política de estímulo à exportação de biodiesel que passa pela taxação das exportações do grão puro, o que incentiva o processamento das sementes e sua transformação em óleo para a exportação.

Os empresários também rebateram críticas, inclusive feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de que o uso da soja para a produção do biodiesel - hoje preponderante no setor - acaba gerando competição com o uso da soja para alimentos. Segundo Beltrão, no esmagamento da soja, 20% da produção se transformam em óleo e 80% no farelo que é usado como ração. Além disso, para o executivo, nos próximos anos, deve haver um crescimento da participação de outras sementes em relação a soja.

A Ubrabio aposta principalmente em sementes como pinhão manso e a palma na produção do biodiesel. A mamona, usada inicialmente como um símbolo do programa pelo governo, acabou não decolando em boa parte porque, segundo Beltrão, produz um óleo até mais nobre do que o exigido para o combustível. O óleo da mamona é usado, por exemplo, na indústria farmacêutica.

COMENTÁRIO(S)

Deixe seu comentário sobre este texto.


LEIA TAMBÉM

27/11 12h54 | Lupi espera criação recorde de empregos em novembro

27/11 12h29 | Consumidores dos Estados Unidos aproveitam o Black Friday

27/11 12h20 | VSE e Scania acertam cooperação tecnológica

27/11 11h49 | Confiabilidade no setor elétrico requer mais R$ 7,2 bilhões por ano

27/11 10h04 | JC é destaque em cobertura de TI e inovação

JornaldoComercio.com: Anuncie | Assine | RSS | Fale Conosco
Av. João Pessoa, 1282 - POA - RS - CEP 90040-001 - Fone (51) 3213.1300 - Fax (51) 3213.1339 ou 3213.1332
Copyright 2008 © Companhia Jornalística J.C. Jarros - Todos os direitos reservados.