Hoje é:
Dia Mundial de Ação de Graças
PORTO ALEGRE PREVISÃO
AGORA
26ºC
31ºC
21ºC
previsão do tempo

Porto Alegre, sábado, 28 de novembro de 2009 atualizado às 19h08
Ibovespa: Fonte:
outros indicadores
Edições anteriores | Edição impressa RSS
|
Twitter
|
Newsletter JC | Assine o JC
Página Inicial | Opinião | Economia | Internacional | Política | Geral | Esporte | Cadernos | Colunas | Especiais
BUSCA
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
 
Comente esta notícia [FECHAR]  
       
  Nome:  
  Email:    
  Comentário:    
 
 
Circulação
Assine o JC
Serviços Online
Receba a newsletter
Edições Anteriores
Feed de notícias (RSS)
Comercial
Anuncie no JC
Anuncie no Site
Envio de Anúncios
O JC
Institucional
Campanha 75 Anos
Eventos
Marcas de Quem Decide
Prêmios
Expediente
Fale conosco



Página Inicial > Política COMENTAR IMPRIMIR CORRIGIR ENVIAR

Notícia da edição impressa de 04/11/2009

Votação de mudanças na lei ambiental é adiada
Matéria deve ser apreciada pela CCJ apenas na próxima semana

O deputado Elvino Bohn Gass (PT) pediu ontem vista ao projeto de lei (PL 154/2009) que faz modificações na legislação ambiental do Rio Grande do Sul. A matéria tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa. O parlamentar entende que a proposta, de autoria da Comissão de Agricultura, é inconstitucional.

O petista avalia que o texto está em conflito com a legislação federal que trata dos critérios de proteção das Áreas de Preservação Permanentes (APPs) e da Reserva Legal. Conforme Bohn Gass, o PL 154 flexibiliza os critérios de utilização pelos grandes proprietários rurais. "Isso é um atraso. Não podemos tratar de forma igual os desiguais." O deputado é a favor da distinção de regras entre os grandes e os pequenos produtores, por entender que geram impactos ambientais em diferente escala.

Ele acrescenta que já existem instruções normativas federais que favorecem a agricultura familiar - considerada menos agressiva - e acusa os defensores do novo projeto de não esclarecerem o tema. "Estão fazendo o debate de forma assodada. Há uma tentativa de amedrontamento. As instruções normativas já incorporam a agricultura familiar", assegura.

O presidente da Comissão de Agricultura, Edson Brum (PMDB), favorável ao PL 154, afirma que todos os setores foram convidados a participar da discussão. "Desde março estamos debatendo o projeto. Podíamos ter feito pedido de urgência para acelerar a tramitação, mas não fizemos", rebateu.

Ele rejeita a ideia de que o PL 154 beneficia aos ruralistas e defende que a legislação não deve fazer distinção entre pequenas e grandes propriedades. "A lei tem que ser para todos, não pode diferenciar um ou outro. Estamos fazendo uma consolidação das leis ambientais, levando em conta a preservação e o desenvolvimento social e econômico", sustentou.

Com o pedido de vista de Bohn Gass, a votação do parecer de Marquinho Lang (DEM), favorável à matéria, deve ocorrer na próxima terça-feira. O relator avalia que o PL 154 é constitucional, mas reconhece que o tema é polêmico e, por isso, sugere que o projeto seja remetido para a Comissão de Saúde e Meio Ambiente para a análise de mérito.

COMENTÁRIO(S)

Deixe seu comentário sobre este texto.


LEIA TAMBÉM

27/11 14h08 | PF cumpre mandados de busca e apreensão na Câmara Legislativa

27/11 11h44 | Santa Cruz do Sul inaugura novo centro comercial

26/11 22h42 | Emendas polêmicas ficam para o último dia

26/11 21h53 | Rigotto desiste de candidatura ao Piratini

26/11 21h49 | Comissão confirma Peixoto para o TCE

JornaldoComercio.com: Anuncie | Assine | RSS | Fale Conosco
Av. João Pessoa, 1282 - POA - RS - CEP 90040-001 - Fone (51) 3213.1300 - Fax (51) 3213.1339 ou 3213.1332
Copyright 2008 © Companhia Jornalística J.C. Jarros - Todos os direitos reservados.